Tragédia anunciada.
”[…] Para que me pôr no tronco
Para que me aleijar
Eu juro a vosmecê
Que nunca vi Sinhá
Por que me faz tão mal
Com olhos tão azuis
Me benzo com o sinal
Da santa cruz […]”
A belíssima “Sinhá”, de Chico Buarque e João Bosco